A cada semana um nome celebrando a festa!
NOSSOS VIZINHOS ILUSTRES de MARÇO
. André Filho. Cecília Meireles
. Coelho Neto
. Carlos Lacerda
UM ENDEREÇO, UMA VIDA, UMA HISTÓRIA. Os endereços de personalidades brasileiras ou estrangeiras que moraram na cidade do Rio de Janeiro, ao longo dos tempos.

“A impunidade gera a audácia dos maus.”
"Pobre Brasil este, tão parecido com o estádio do Maracanã: enorme, esburacado; explorado, sempre ameaçado de ruir e onde quase tudo ainda está pôr fazer, inclusive uma limpeza de alto a baixo."
"A ideia de que tudo é a mesma coisa, de que todos são canalhas e portanto, viva a canalhice, apossou-se do Brasil."
Coelho Neto, nosso vizinho ilustre, morou no início do seu casamento, com a mulher Maria Gabriela em uma pequena casa na Rua Silveira Martins, no bairro do Catete.
Depois, o casal mudou-se para Campinas e no seu retorno ao Rio, três anos depois, viveu no
Hotel Metrópole, que ficava na Rua das Laranjeiras nº 519 , em Laranjeiras, que hoje não mais existe.“Levantaremos todos os dias esta Cidade, sempre maior e mais bela, pois os seus naturais aumentam mais a beleza da terra.
“Levantaremos esta Cidade, Rainha das províncias e empório do mundo, e nela marcaremos a nossa vontade, o nosso destino, o nosso rumo”.
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a morte, que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno”.



Emília Savana da Silva Borba, a Favorita da Marinha Emilinha Borba nasceu no bairro da Mangueira, no Rio de Janeiro, e ainda menina, contrariando um pouco a vontade de sua mãe, apresentou-se em
diversos programas de auditório e de calouros, acabando por participar do "Calouros do Ary", onde obteve a nota máxima, interpretando "O X do Problema", de Noel Rosa. Logo depois, começou a fazer
parte do coro da gravadora Columbia. Formou com Bidú Reis (Edila Luísa Reis) a dupla "As Moreninhas,", que gravou para a coleção"Discoteca Infantil", uma das adaptações de João de Barro, o Braguinha, a "A História da Baratinha". Desfeita a dupla, passou a cantar sozinha e foi logo contratada
pela Rádio Mayrink Veiga, recebendo de César Ladeira o título de "Garota Grau
Dez"."Não tive caso com Welles. A verdade é que ele se apaixonou por mim, me assediou e não conseguiu. Eu era 'crooner' do Cassino da Urca. Welles estava sempre lá. Conversei umas três vezes com ele. Disse que me faria uma estrela. Não falava inglês e fiquei sem graça diante daquele americano grandão. Foi passageiro".
